De Práticas Sustentáveis a Indicadores: Construindo Métricas para o Mercado Moderno
DOI:
https://doi.org/10.51341/cgg.v28i3.3444Palavras-chave:
Desempenho Sustentável, Indicadores Sustentáveis, Sustentabilidade Corporativa, Score ESGResumo
Objetivo: O estudo teve como objetivo analisar o desempenho sustentável das empresas brasileiras de capital aberto de 2014 a 2022.
Método: Foi desenvolvida uma métrica abarcando parâmetros de sustentabilidade, fundamentada nas literaturas nacionais e internacionais a partir dos conceitos ESG. A amostra foi de 345 empresas. As informações para elaboração do protocolo de pesquisa foram obtidas de relatórios de sustentabilidade, indicadores de rankings e dos sites das empresas. Para dar peso as informações, foram utilizados os cinco estágios da sustentabilidade desenvolvidos pelo IBGC.
Originalidade/Relevância: Percebe-se uma lacuna na literatura quanto a criação de um indicador de sustentabilidade que quantifique, de forma conjunta, os pilares ESG.
Resultados: Por resultados, 60,6% da amostra apresenta score ESG, 35,3% não pontuaram e 4,1% score negativo. Do total, 178 empresas não alcançaram o segundo estágio, e 25 se mantiveram no quinto em todo o período analisado. Em 2022, 80 companhias estavam no último estágio (23,1%). Em geral, as empresas demonstraram melhor desempenho em períodos pós-pandemia. As empresas não regulamentadas apresentaram score mais altos que empresas reguladas. Contudo, as empresas reguladas contemplaram mais informações de sustentabilidade em seus relatórios nos últimos anos.
Contribuição Teórica/Metodológica: Os resultados da pesquisa contribuem de forma prática com a construção de uma métrica para mensuração do desenvolvimento sustentável corporativo, abrangendo o conjunto de medidas existentes, com diferentes perspectivas. Ademais, contribui com a análise teórica, fomentando debates relacionados ao tema, principalmente no que tange o aumento da qualidade informacional contábil.
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